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Bahia, 08 de outubro de 2026
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Vice-presidente do SINEPE-BA e escola associada avaliam o diagnóstico do MEC sobre ações de educação antirracista nas escolas, em A Tarde
Imagens: Prints de A TARDE
Reportagem e texto: Madson Souza
Edição do clipping: Isana Pontes, jornalista e assessora de Comunicação e Imprensa do SINEPE-BA
Conforme reportagem publicada dia 5 de setembro de 2026, no jornal A Tarde, na editoria Aqui Salvador, A Bahia avançou da 18ª para a segunda posição entre as redes estaduais que mais executam políticas de educação étnico-racial, atrás apenas do Ceará.
No Colégio Estadual Carlos Marighella, a literatura integra as ações de educação antirracista, com atividades de redação e reconhecimento das questões raciais.
O estudante Miquéias de Almeida, 17 anos, relata o impacto dos encontros: "Expandiu meus horizontes, me perceber e reconhecer violências sociais que antes não reconhecia”.
Impacto nos alunos
A oficineira Irvina Diniz destaca o envolvimento dos estudantes: “Percebo que eles tendem a participar mais desses momentos, relatam suas próprias vivências".
Para a vice-diretora Jaqueline Borroni, a educação antirracista precisa ser trabalhada de forma interdisciplinar ao longo de todo o ano, fortalecendo o engajamento dos estudantes e a construção de uma sociedade mais justa.
No Colégio Estadual Quilombola Bernardino Bispo, a ancestralidade e os saberes locais fazem parte do currículo. Já no Colégio Estadual Nelson Mandela, no Subúrbio Ferroviário, o projeto Aláfia desenvolve atividades durante todo o ano com temas como ancestralidade, justiça social, pesquisas e debates.
Rede privada
Na rede privada de educação da Bahia, as iniciativas voltadas para a educação étnico-racial têm evoluído, mas ainda há muito a melhorar, de acordo com o vice-presidente do SINEPE-BA, Mário Sérgio Aragão.
Associado ao Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado da Bahia — SINEPE-BA, o Colégio Nossa Senhora da Luz, em Salvador, afirma que busca trabalhar essa temática diariamente por meio da disciplina História da Bahia e História Afro-brasileira.
O coordenador do Instituto Reparação, Ailton Ferreira, destaca a importância da educação étnico-racial como forma de garantir maior respeito à diversidade.
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