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Bahia, 26 de janeiro de 2026
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Fotos: Divulgação (Arquivo pessoal)
Por Priscila Boy (com entrevista e edição de Isana Pontes)
Inclusão escolar não é tendência — é urgência. Os números crescentes de ações judiciais movidas por famílias contra escolas particulares, envolvendo casos de bullying, racismo e negligência no atendimento de estudantes da Educação Especial, revelam um movimento claro: a comunidade escolar está mais informada, consciente e disposta a exigir direitos. O que antes era silenciado hoje ganha espaço, voz e consequência. Quem não se adaptar, ficará para trás.
A escola do século XXI precisa compreender que inclusão não se resume a matrícula. Exige acolhimento, mediação de conflitos, formação continuada e documentação pedagógica viva — o famoso PEI que funciona na prática, e não só no papel. Prevenir é mais barato do que remediar. E prevenir significa rotina: revisar regimento, criar canais de escuta, envolver famílias e garantir que o professor tenha repertório para agir quando a situação apertar.
Os casos que escalam para a Justiça quase sempre nascem de algo simples: falta de resposta, minimização do problema, silêncio. Quando a família sente que a dor da criança não foi validada, busca o Judiciário. Quando a escola acolhe, orienta, intervém e age com transparência, a crise não vira processo. Inclusão bem feita não elimina conflitos — mas resolve antes que eles explodam.
Boas práticas não são utopia. São exemplos reais de escolas que revisaram protocolos, investiram na escuta ativa e transformaram tensões em convivência. A virada acontece quando a escola entende que respeito não é discurso — é prática diária. O aluno que se sente protegido permanece. A família que confia não judicializa. Inclusão é garantia legal, mas principalmente é cultura: ou se constrói, ou se perde aluno.
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Notapé editorial
Priscila Boy é pedagoga, escritora de 11 livros e formadora de educadores em diversos estados do país. No dia 16 de dezembro, participa do Meeting Bahia – Conexões que Transformam a Educação, a convite do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado da Bahia – SINEPE-BA.
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Segundo o Google, atualmente, a revista Let's Go Bahia é a mais conhecida do estado.
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